Sobre Tiriricas e Malufs
Muito se tem criticado, os chamados candidatos ditos não sérios. Tiricas,Batorés, Biro-Biros, Dineis, mulheres frutas etc. Muitos eleitores escolhem esses candidatos por estarem desacorsados com a questao política, outros se mostram indignados pelo simples fato de eles poderem ser candidatos. Ao mesmo tempo poucos questionam os políticos chamados sérios como Dilma, Serra, Maluf, Quércia, etc.
O que faz o segundo grupo ser mais sério do que o primeiro? Nada. Esses candidatos estao a serviço do capital. Os primeiros porque servem como puxadores de votos permitida pela despolitizacao do sistema eleitoral, os outros porque defendem e articulam no parlamento ou no executivo os interesses de banqueiros e empresários. Dessa forma, ao invés de criticar os candidatos em sí, é necessário aprofundar o debate sobre o significado das eleiçoes para manter a situacao de exploracao dos trabalhadores brasileiros.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Assédio Moral
As escolas públicas do estado de São Paulo, vivem uma enorme onda de Assédio Moral. Ele se inicia com as leis aprovadas pelo governo e repercutem nas ações de dirigentes de ensino, supervisores e diretores. Por isso, a Oposição Alternativa - Apeoesp fará uma cartilha sobre o tema para ser distribuída nas escolas públicas. Se alguem tiver interesse em recebe-la em sua escola, entre em contato por este blog.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Reunião com Secretaria da Educação de SP
No último dia 22 de junho ocorreu uma reunião entre a direção da Apeoesp e a SEE, com a presença de Paulo Renato. A reunião foi protocolar e não devemos esperar muita coisa. Se comprometeu a resolver problemas de pagamento, mas para o que interessa de fato, Salário, Condições de Trabalho, Retirada das faltas da greve...Nada. O relatório completo da reunião está no blog www.conspira.zip.net
quinta-feira, 17 de junho de 2010
A classe operária - passos adiante?
Nos dias 05 e 06 de Junho de 2010,ocorreu em Santos o Congresso da Classe Trabalhadora - Conclat - O objetivo era de unificar os setores do sindicalismo, do movimento popular dos estudantes e oprimidos em geral (sobre esses últimos havia e há divergências), numa central de luta contra o Capital, uma vez que a CUT já não cumpre esse papel faz tempo. Estando alinhadíssima com as políticas governamentais. O congresso terminou com um impasse, que na aparência, envolve o nome da nova Central. Todos os setores envolvidos dizem-se dispostos a retomar a construção desse instrumento. No entanto, ao que parece, demoraremos um pouco para dar esse salto de qualidade. Já sabíamos antes das dificuldades uma vez que as concepções envolvidas no processo são bastante diferentes, tática e estratégicamente. No entanto, as necessidades da conjuntura nos levam a essa unificação. Dessa forma é necessário aprofundar esse debate e trabalharmos para unificar esses setores para além das disputas aparelhistas, de maneira a, de fato, organizarmos a luta em defesa dos trabalhadores e contra o capital.
terça-feira, 8 de junho de 2010
sobre a estratégia marxista e a centralidade da classe operária.
Após algum tempo sem publicações, resolvi transcrever no blog um trecho do texto " O Marxismo Hoje", de Sérgio Lessa, por achá-lo de grande importância para os revolucionários e para o setor da esquerda que tem apostado estratégicamente na via eleitoral. O texto, na íntegra, foi publicado in Dabat, C.R. e Abreu e Lima, M.S. História do Pensamento Socialista e Libertário. UFPE, Recife, 2009.
"Nos anos de 1980, era lugar corrente a ideia de que o proletariado não mais seria o sujeito revolucionário e que o processo revolucionário seria lento e longo, cotidiano, formado por pequenas transformações políticas no sentido mais burguês e estreito, isto é, no sentido da política eleitoral-parlamentar. E quando, na década de 1990, vier o neoliberalismo (de Collor a Lula), este encontrará as melhores condições para sua implantação. O movimento operário estava em refluxo e o movimento sindical se convertera à plataforma reformista; tudo o que interessa aos sindicatos é "negociar propositivamente" com os patrões. E, por fim, os próprios revolucionários estavam em larga medida enfeitiçados pela ilusão de que se chegaria ao socialismo pela eleição de seus pares. Ao invés de confrontar o neoliberalismo a partir da luta de classes, tanto o movimento sindical como os revolucionários em larga medida se desarmaram para tal combate ao atrelarem as lutas sociais aos seus objetivos parlamentares.(...) Nessa conjuntura, o debate teórico ficou dificílimo para os revolucionários. O fato de os representantes do setor mais combativo da classe operária terem se tornado parceiros do projeto neoliberal é um forte argumento a favor da tese do desaparecimetno do operariado enquanto classe revolucionária. Além da alegada aproximação dos processos de trabalho do proletariado e dos assalariados do setor terciário, além da introduçaõ da classe operária dos países capitalistas centrais no mercado consumidor de classe média, temos agora um identidade política entre os líderes sindicais e os políticos burgueses. Sem a presença cotidiana das lutas operárias ao redor de suas bandeiras históricas, têm-se a impressão de que a classe operária perdeu sua identidade e que, nesta medida e sentido, teria se fundido com o restante dos assalariados.
Não é isso, todavia, o que de fato está acontecendo. Sem qualquer referencial revolucionário (lembremos que esta fase viveu ainda o impacto do desaparecimento da URSS) e com suas lideranças histórias se convertendo em neo-pelegos, à classe operária não restou alternativa senão adotar uma postura defensiva. Deixou de lado o confronto com o capital e adotou a estratégia suicida de cada um lutar individualmente para manter o seu emprego "garantindo", pelo seu esforço e dedicação pessoais, que a "sua" empresa não entrará em crise e que não haverá mais demissões. Ao desempregado, ao invés da luta anticapitalista, resta iludir-se que seu desemprego é resultante de sua desqualificação. Seu "empoderamento" individual resolveria a situação. O problema do desemprego não seria um problema estrutural que dependeria de soluções coletivas, mas um problema individual de quem "perdeu o bonde". Ledo engano! Sabemos que a taxa de emprego nada tem a ver com a qualificação da mão de obra mas, sim, com as necessidades da reprodução do próprio capital.
A estratégia defensiva hoje predominante nos sindicatos operários os faz parecerem politicamente com os setores da pequena burguesia, com os assalariados de um modo geral. Este fato, por mais grave e mais sério, não altera, todavia, em um átomo sequer as relações de produção oriundas do fundamento do sistema do capital. Este sistema, ainda que tenha convertido em trabalho assalariado quase todas as profissões e atividades humanas, homogeneizando-as no que diz respeito à relação de assalariamento; ainda que tenha universalizado a transformação da força de trabalho em mercadoria pela mediação do trabalho abstrato, pela sua própria essência não pode cancelar o trabalho, o intercâmbio orgânico com a natrueza, como sua categoria fundante. (...)
Os grifos são meus. Aqueles que puderem leiam na íntegra.
"Nos anos de 1980, era lugar corrente a ideia de que o proletariado não mais seria o sujeito revolucionário e que o processo revolucionário seria lento e longo, cotidiano, formado por pequenas transformações políticas no sentido mais burguês e estreito, isto é, no sentido da política eleitoral-parlamentar. E quando, na década de 1990, vier o neoliberalismo (de Collor a Lula), este encontrará as melhores condições para sua implantação. O movimento operário estava em refluxo e o movimento sindical se convertera à plataforma reformista; tudo o que interessa aos sindicatos é "negociar propositivamente" com os patrões. E, por fim, os próprios revolucionários estavam em larga medida enfeitiçados pela ilusão de que se chegaria ao socialismo pela eleição de seus pares. Ao invés de confrontar o neoliberalismo a partir da luta de classes, tanto o movimento sindical como os revolucionários em larga medida se desarmaram para tal combate ao atrelarem as lutas sociais aos seus objetivos parlamentares.(...) Nessa conjuntura, o debate teórico ficou dificílimo para os revolucionários. O fato de os representantes do setor mais combativo da classe operária terem se tornado parceiros do projeto neoliberal é um forte argumento a favor da tese do desaparecimetno do operariado enquanto classe revolucionária. Além da alegada aproximação dos processos de trabalho do proletariado e dos assalariados do setor terciário, além da introduçaõ da classe operária dos países capitalistas centrais no mercado consumidor de classe média, temos agora um identidade política entre os líderes sindicais e os políticos burgueses. Sem a presença cotidiana das lutas operárias ao redor de suas bandeiras históricas, têm-se a impressão de que a classe operária perdeu sua identidade e que, nesta medida e sentido, teria se fundido com o restante dos assalariados.
Não é isso, todavia, o que de fato está acontecendo. Sem qualquer referencial revolucionário (lembremos que esta fase viveu ainda o impacto do desaparecimento da URSS) e com suas lideranças histórias se convertendo em neo-pelegos, à classe operária não restou alternativa senão adotar uma postura defensiva. Deixou de lado o confronto com o capital e adotou a estratégia suicida de cada um lutar individualmente para manter o seu emprego "garantindo", pelo seu esforço e dedicação pessoais, que a "sua" empresa não entrará em crise e que não haverá mais demissões. Ao desempregado, ao invés da luta anticapitalista, resta iludir-se que seu desemprego é resultante de sua desqualificação. Seu "empoderamento" individual resolveria a situação. O problema do desemprego não seria um problema estrutural que dependeria de soluções coletivas, mas um problema individual de quem "perdeu o bonde". Ledo engano! Sabemos que a taxa de emprego nada tem a ver com a qualificação da mão de obra mas, sim, com as necessidades da reprodução do próprio capital.
A estratégia defensiva hoje predominante nos sindicatos operários os faz parecerem politicamente com os setores da pequena burguesia, com os assalariados de um modo geral. Este fato, por mais grave e mais sério, não altera, todavia, em um átomo sequer as relações de produção oriundas do fundamento do sistema do capital. Este sistema, ainda que tenha convertido em trabalho assalariado quase todas as profissões e atividades humanas, homogeneizando-as no que diz respeito à relação de assalariamento; ainda que tenha universalizado a transformação da força de trabalho em mercadoria pela mediação do trabalho abstrato, pela sua própria essência não pode cancelar o trabalho, o intercâmbio orgânico com a natrueza, como sua categoria fundante. (...)
Os grifos são meus. Aqueles que puderem leiam na íntegra.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Dois Pesos e Duas Medidas
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Dois pesos e duas medidas
Pois é, o governo Lula é um governo neoliberal e teve intenções mais do que eleitorais no acordo que promoveu entre Irã, Brasil e Turquia. Mas em época de eleição, mesmo considerando que Lula não tem nada de socialista, a direita tradicional vem à tona com seu anticomunismo. Os comentários sobre o acordo são os piores possíveis e, sempre em defesa da posição dos EUA de retaliar o Irã. E não se trata aqui de defender o Irã, mas de denunciar o papel, cada vez mais entreguista da imprensa brasileira. A globo por exemplo, no programa da globonews que tratou do assunto, apresentado por Willian Wack, colocou como debatedores 3 cientistas políticos, pró FHC e o próprio apresentador, defendendo a retaliação e mostrando a inocencia da posição brasileira. No Fantástico, Marcelo Madureira, o caceta peesedebista, aproveitou sua visita "cidadã" ao Irã, para descarregar comentários anticomunistas. É legítimo que sejam anticomunistas, mas deviam ser mais honestos, afinal de contas, durante todo esse tempo, Lula não os deixou na mão, aplicou as mesmas políticas que eles defendem e ainda conseguiu barrar parte da luta dos trabalhadores. Por outro lado, nada se diz, sobre a posição de Israel de impedir o linguista Noam Chomski, de fazer palestra na Universidade de Bir Zeit, na Cisjordania. Para essa imprensa, enquanto o Irã está entre os ruins, Israel é uma democracia plena. Perseguir palestinos e impedir o livre pensamento, para eles, são detalhes.
Dois pesos e duas medidas
Pois é, o governo Lula é um governo neoliberal e teve intenções mais do que eleitorais no acordo que promoveu entre Irã, Brasil e Turquia. Mas em época de eleição, mesmo considerando que Lula não tem nada de socialista, a direita tradicional vem à tona com seu anticomunismo. Os comentários sobre o acordo são os piores possíveis e, sempre em defesa da posição dos EUA de retaliar o Irã. E não se trata aqui de defender o Irã, mas de denunciar o papel, cada vez mais entreguista da imprensa brasileira. A globo por exemplo, no programa da globonews que tratou do assunto, apresentado por Willian Wack, colocou como debatedores 3 cientistas políticos, pró FHC e o próprio apresentador, defendendo a retaliação e mostrando a inocencia da posição brasileira. No Fantástico, Marcelo Madureira, o caceta peesedebista, aproveitou sua visita "cidadã" ao Irã, para descarregar comentários anticomunistas. É legítimo que sejam anticomunistas, mas deviam ser mais honestos, afinal de contas, durante todo esse tempo, Lula não os deixou na mão, aplicou as mesmas políticas que eles defendem e ainda conseguiu barrar parte da luta dos trabalhadores. Por outro lado, nada se diz, sobre a posição de Israel de impedir o linguista Noam Chomski, de fazer palestra na Universidade de Bir Zeit, na Cisjordania. Para essa imprensa, enquanto o Irã está entre os ruins, Israel é uma democracia plena. Perseguir palestinos e impedir o livre pensamento, para eles, são detalhes.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
13 de Maio - É preciso educar pelo fim do preconceito e da discriminação
Há tempos, muitas escolas não tem tratado o dia 13 de Maio, como dia de Libertação dos Escravos. Não tem afirmado também que a Princesa Isabel foi a autora dessa libertação tardia. Mas há exceções, apesar de ter melhorado. Algumas somente trocaram os heróis, deixaram de falar de Isabel e passaram a tratar como Herói, Zumbi dos Palmares.
Quando a intenção é falar de Raça e Gênero, acrescentam Dandara, entre as heroínas. Não há comparação entre a nobre Isabel e os dois outros que são líderes importantes para a causa da negritude, das mulheres e também para a luta de classes. Porém, sou daqueles que acredita que não há heróis na história. O movimento vivo, na época da escravidão e hoje, é que faz as lideranças, não há história individual, por isso não devemos trocar de heróis. Já dizia o cronista "Triste do Povo que precisa de Heróis".
Nosso papel, ao trabalhar com educação, é discutir o processo histórico, para que os indivíduos se sintam parte dele e responsáveis pela contetação do status quo. Ou seja, no caso da escravidão, deve-se entender que foram os escravos que lutaram pela sua libertação. Esse processo, formou quilombos e que, o maior deles, o de Palmares, teve um líder que organizou, junto com outros a luta contra a escravidão, escorado nos quase cem mil moradores do quilombo, durante vários anos. Assim também fez Dandara, ou antes deles, Ganga Zumba (Não podemos negar seu papel histórico). Mas a luta coletiva é que impulsionou o processo e que obrigou os fazendeiros, a igreja, e a nobreza, na figura da Princesa Isabel, a assinar a Lei Aurea.
É importantes saber que essa lei não libertou os escravos, tanto que a luta pela igualdade continua até hoje.
Quando a intenção é falar de Raça e Gênero, acrescentam Dandara, entre as heroínas. Não há comparação entre a nobre Isabel e os dois outros que são líderes importantes para a causa da negritude, das mulheres e também para a luta de classes. Porém, sou daqueles que acredita que não há heróis na história. O movimento vivo, na época da escravidão e hoje, é que faz as lideranças, não há história individual, por isso não devemos trocar de heróis. Já dizia o cronista "Triste do Povo que precisa de Heróis".
Nosso papel, ao trabalhar com educação, é discutir o processo histórico, para que os indivíduos se sintam parte dele e responsáveis pela contetação do status quo. Ou seja, no caso da escravidão, deve-se entender que foram os escravos que lutaram pela sua libertação. Esse processo, formou quilombos e que, o maior deles, o de Palmares, teve um líder que organizou, junto com outros a luta contra a escravidão, escorado nos quase cem mil moradores do quilombo, durante vários anos. Assim também fez Dandara, ou antes deles, Ganga Zumba (Não podemos negar seu papel histórico). Mas a luta coletiva é que impulsionou o processo e que obrigou os fazendeiros, a igreja, e a nobreza, na figura da Princesa Isabel, a assinar a Lei Aurea.
É importantes saber que essa lei não libertou os escravos, tanto que a luta pela igualdade continua até hoje.
sábado, 1 de maio de 2010
1o de Maio - dia dos Trabalhadores
Como nos últimos anos, as centrais sindicais atreladas ao patrão como a CUT, Força Sindical, CTB, CGT, CGTB, Nova Central e outras comemoraram o "Dia do Trabalho". Os meios de comunicação burgueses mostraram as festas e reafirmaram o dia do trabalho, como se não hovesse crise e como se os patrões não esfolassem a classe trabalhadora. Boa parte dos recursos para bancar essas festas vieram de governos e patrões. Não temos nada contra festas, mas nesse caso devemos reafirmar o Dia do Trabalhador, como foi feito na Praça da Sé. Não aglutinamos muitos, não foi a mais festiva, não foi o maior exemplo de unidade política. Mas lá estavama aqueles que ainda acreditam no socialismo e na luta dos trabalhadores. Os meios de comunicação burgueses, logicamente não divulgaram. Não tem problema. Continuamos insistindo e lembrando aqueles que tombaram para que o dia 1o de maio seja lembrado como dia de luta dos trabalhadores e não do trabalho, como insistem os festeiros patronais.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Os motivos de Dimestein para ser anti-professor

Pagamento por serviços prestados
Gilberto Dimenstein, comentarista da Folha de São Paulo e da CBN, que se especializou em desqualificar os professores da escola pública, em particular no período de greve, com textos ao estilo " professores dão aula de baderna" e " uma greve contra os pobres", mantêm uma ONG (Aprendiz do Futuro) que recebe vultosas quantias do erário público. Segundo o Diário Oficial do Município, em 2009, em convênio com a FUMCAD (Fundo Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente) a ONG de Dimenstein recebeu R$ 3.725.222,74 (Três milhões, setecentos e vinte e cinco mil, duzentos e vinte e dois reais e setenta e quatro centavos) para suas atividades, ou seja atender 1.005 crianças e adolescentes, o que significou R$ 3.706,00 per capita. Nas escolas, o gasto per capita em 2009 foi de 2.4089,36 no Ensino Fundamental, valor menor do que o recebido pela ONG de Dimenstein.
Diante do montante apresentando não fica difícil saber por que este senhor se presta ao papel de desqualificador dos professores e da escola pública, defendendo todas as políticas apresentadas pelo governo, como as avaliações de mérito, a prova dos ofas, o bônus, assim como diz que "os professores são inassíduos e vagabundos".
Essa matéria extraída do Boletim da Oposição Alternativa abril/maio 2010 mostra bem os motivos que levam esse "jornalista" a falar mal da nossa categoria.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Reposição de Aulas

No dia de hoje, ao contrário do que tinha dito antes, o governo, não garantiu que retirará as faltas do prontuário, mesmo com a reposição de aulas. Trata-se de mais uma medida arbitrária do governo Serra/Goldmann. Lembramos que a Assembleia dos professores que interrompeu a greve, votou a não reposição, caso não fosse garantida a retirada das faltas.
Educação em Questão
Inicio esse blog com o objetivo de debater questões relacionadas ao descaso dos governos com a educação pública. A partir de agora, tentarei comentar temas relevantes sobre o assunto. Colaborações são bem vindas.
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